Os cobardes dos nossos dias, outrora ousados, perdidos nas ideias e promessas de vida.
Quiseram tanto e tanto andaram que, de tanto tentar, deixaram de ousar.
Começam os dias a interrogar o mundo do porquê das falhas, dos sonhos adiados, ou apenas e tão só, interrogando-se porque destoam no rebanho de tantos alinhados.
Porra, se isto tem que ser, porque não fazer, porque não deixar acontecer?
É a dita da cabeça que comanda quem pensa. E ela nunca acaba aquilo que o coração começa.
Ditos tentados, outrora ousados e que se cansaram de tentar, já nem disfarçam os medos.
Acobardados seguem o rebanho, sem ousar, são apenas guiados.
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