Imagino um quadro assim, tão quente como o inferno
Tem que ser obrigatoriamente escaldante, intenso e poderoso
Pornográficos são os meus mais íntimos desejos
Que de tão intensos me falta a saliva para os acompanhar
Sinto que te levo pelo toque da minha língua na tua fina pele
Sem que consiga controlar o ímpeto que me leva a arfar entre as tuas pernas, que sem controlo apertas
É um fogo tão ardente como premente
Que te leva a praguejar pelo adiar constante
Do orgasmo iminente!
Será assim que o sentes?
Ou de tão esperado, pornográfico será o momento
Em que de tanto querer-te
Me leve, de anseio, a desfazer em moléculas.
Quero antes que o sintas
Nos momentos em que me não tens;
Junta a tua vontade à minha e imagina:
Percorre teu corpo com o tacto distante
De teus dedos suaves
Imagina que sou eu que lidero essa auto carícia.
Que não seja um pornográfico masturbar
Como fazermos amor não será nunca vulgar!
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