quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Apetece-me gritar!

 

Apetece-me gritar bem alto o quanto gosto de ti.

Apetece-me pensar e dizer, tocar e sentir, desejar e ter.

Apetece-me gritar, chamar por ti, ouvir-te, sentir o sopro da tua boca, o estímulo do teu ser.

Apetece-me contudo ficar por aqui, mas a dor…, ai a dor, a dor de não te ter.

Gritei, chamei, procurei…

Não te vi, não te senti, não te cheirei.

Ficou o grito e o doce imaginário de quem não toca, não sente, não cheira, mas com toda a alma, qual anjo escondido que tudo alcança, grita sem som e mesmo assim, tu ouves!

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