Tenho observado mais amiúde.
Sabes que não acredito nessas coisas, mas acho piada.
Continuavas inerte ao fim de muito tempo, parecias de pedra e cal, decidida a não mudar uma palha no meu destino.
Estava mais atenta à força dos nós. Continuavam apertados, incólumes, determinados a deixar tudo na mesma.
Depois constatei que estava a focar-me nos motivos errados. Aproveitas a minha distracção para preparar a mudança… embora eu não acredite. Só acho piada.
Por alguma razão as cores ficam por fora. Seduzem, sabem bem, agradam. Mantêm-se unidas. Por baixo, uma legião de pilares brancos, mais ou menos fortes, e não raro mais sem graça. São, no entanto, eles, a verdadeira base, o que permanece.
Por vezes as cores desviam-se e deixam surgir o branco… mais ou menos forte…sim, mor das vezes frágil e não raro mais sem graça. Monótono, desinteressante. Para muitos é caso para uma reanimação urgente: voltem as cores! Unam-se esforços! Salve-se!
Eu própria apavoro com o branco. Escondo-me, quero fugir.
Mas também sei que preciso dele. Que é fecundo. Que reequilibra. Que faz de nós quem somos. Sei que as cores voltam. Não sei quando. Sento e espero.
As cores voltarão, decerto. Goza o branco.
O colorido permananente tem algo de enganador e não me seduz. Não tem nada dentro.
Gosto de descobrir o branco, já os descobri bem bonitos - com muitos tons e complexidades admiráveis.
Bom, mas estamos a desviar-nos do assunto.
Por entre as cores, surgem fases de branco. É irreversível, e acreditasse eu, algo estaria para acontecer.
O que era já?!
Sabes que não acredito nessas coisas, mas acho piada.
Continuavas inerte ao fim de muito tempo, parecias de pedra e cal, decidida a não mudar uma palha no meu destino.
Estava mais atenta à força dos nós. Continuavam apertados, incólumes, determinados a deixar tudo na mesma.
Depois constatei que estava a focar-me nos motivos errados. Aproveitas a minha distracção para preparar a mudança… embora eu não acredite. Só acho piada.
Por alguma razão as cores ficam por fora. Seduzem, sabem bem, agradam. Mantêm-se unidas. Por baixo, uma legião de pilares brancos, mais ou menos fortes, e não raro mais sem graça. São, no entanto, eles, a verdadeira base, o que permanece.
Por vezes as cores desviam-se e deixam surgir o branco… mais ou menos forte…sim, mor das vezes frágil e não raro mais sem graça. Monótono, desinteressante. Para muitos é caso para uma reanimação urgente: voltem as cores! Unam-se esforços! Salve-se!
Eu própria apavoro com o branco. Escondo-me, quero fugir.
Mas também sei que preciso dele. Que é fecundo. Que reequilibra. Que faz de nós quem somos. Sei que as cores voltam. Não sei quando. Sento e espero.
As cores voltarão, decerto. Goza o branco.
O colorido permananente tem algo de enganador e não me seduz. Não tem nada dentro.
Gosto de descobrir o branco, já os descobri bem bonitos - com muitos tons e complexidades admiráveis.
Bom, mas estamos a desviar-nos do assunto.
Por entre as cores, surgem fases de branco. É irreversível, e acreditasse eu, algo estaria para acontecer.
O que era já?!
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